quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Coisa minha...


Só eu entendo suas coisas,
por que você Bruno, é coisa minha.
conheço sua risada, seu sorriso,
conheço sua tristeza e conheci cada lágrima tua,
conheço as dores do corpo, da alma,
conheço detalhes dos teus gostos, do teu corpo,
do teu beijo, da tua cor, do teu cheiro...
conheço o que te fiz viver, reconheço que te fiz amadurecer,
reconheço que amadureci, por que você é coisa minha Bruno...
A gente cresceu...você percebeu?
Tudo que passamos nos elevou , estamos num patamar diferente do começo,
estamos maiores, fortes e muito melhores do que antes.
***
Eu sei de tudo de nós,
por que sou coisa sua também,
por que você é coisa minha,
e nossas vidas é uma coisa só.
***
E hoje mais do que nunca, não darei nome á sentimentos, mas sei que amor é algo que pode ser de tudo quanto é jeito...por isso hoje não direi te amo...
Direi:
- Bruno, meu Bruno...você é coisa minha...

e eu sou coisa sua!





quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Presente


Ele - É aqui o seu lugar!
Ela - você salvou minha noite...
Ele - Por que?
Ela - quando disse que é aí meu lugar...
Ele - Claro, é aqui, na nossa caminha , do meu lado... é aqui o seu lugar.
Ela - é, você salvou minha noite...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Até...

"Até que esse tempo longe
Me fez ver o quanto o amor da gente é bom
E se ficar tarde
Eu pego o telefone e ouço o som
Que vem da sua voz:
-Tá de manhã."

Acordar de manhã naquela cama poderia parecer estranho, mas não foi...
ela entendeu exatamente por que estava ali, estava ali por que ali de fato era seu lugar.
Olhou para o lado, ele não estava mais ali, apenas o formato de seu corpo no lençol, ela escutava uma musica baixa , não sabia se era Caetano ou Gil, sabia apenas que vinha do velho radinho da cozinha ( bem como o cheiro do café no coador de pano)
Iria chama-lo mas decidiu cobrir-se um pouco mais, e dormir mais cinco , seis minutos.
Ele subiu as escadas, ela escutou os passos e o aroma do café.
- bom dia!
disse ele sorrindo estendendo uma caneca de café.
- bom dia!
ela segura a caneca e o encara com carinho.
- dormiu bem?
ele pergunta sentando ao lado dela
- ôh!...
ela exclama perguntando e tomando um gole de café
- era Gil?
ele sorri e responde
- AC/DC
ela surpresa rebate
- impossível...parecia a voz do Gil ou do Caetano, mas AC/DC...
ele sorri continuando
- brincadeira , era mesmo Gil, Caetano e Gal.
ela ri
- seu bobo...
Os dois se aproximam e se beijam.
Beijar aquela boca poderia parecer estranho, mas não foi...
ela entendeu exatamente por que o beijou, o beijou por que o beijo dele de fato era seu beijo.
- Vamos ao shopping ? lá tem um barzinho, vamos assistir ao futebol na tv gigante deles?
Ele sugere e ela de pijamas sorri
- tudo bem, vamos sim...
Ele ressalta:
- como namorados?
Ela sorri
- talvez, acho que sim né?
Ele á abraça...
- não precisa dizer mais nada... vou buscar pão.




quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Não foi tempo perdido.



Dentro do coração existe o que é dele e o que é para ele escolher...
a luta acaba quando nos decidimos por um lado.
Isso não quer dizer que não vamos sofrer por ter de deixar o outro lado livre
para encontrar um outro rumo.
Dói sim, senão doesse seria muito fácil.
Escolher dói, crescer dói, cada escolha é uma renuncia.
Mas nem mesmo a renuncia mata lembranças, apaga sentimentos ou acalma o coração
que sangra ao saber que no fundo ainda por um bom tempo ...vai carregar marcas profundas do que passou mas que ainda é tão presente dentro d'alma.
Quem sabe usar esses momentos para entender que precisávamos passar por isso?
quem saber entender, que esses momentos não foi perca de tempo...
Não foi tempo perdido...
...de resto fica TUDO que sobrou.


- você promete uma coisa?
-  o que?
- que nunca vamos nos perder?
- nunca , jamais!
- por que , por que...eu não posso te perder...
- não , não vamos nos perder.




terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Das rosas e das Pedras


 
 E não saber o que vem pela frente é o que mais assusta,
mas não é justo que paguemos por isso, nenhum de nós.
Sei que amor não acaba, e não vim aqui falar de amor, por que hoje mais do que nunca não sei mais dar nomes as coisas que sinto ou deixo de sentir, eu descobri que tem coisas que a gente sente que nem nome tem.
Sei que serei feliz mais pra frente, mas sei que o passo inicial irá doer... independente de qual seja esse passo.
Não temo á dor, temo a escolha , enfim... por hora, vou dormir... amanhã é um outro dia.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Everything...Was everything


Por que foram as ultimas lágrimas... essas que não deveriam brotar dos meus olhos,
e nunca mais chorarão injustamente.
Isso não é uma promessa, é um fato!
Tudo foi tudo.
Sempre será tudo,
mas não será mais.
Bandeira Branca, preciso de paz,
que fique o que é bom...por que o "tudo"
não quero mais...
 e a vida segue...

Memórias nossas

Eu respirei fundo,
era manhã de domingo ,
tomei coragem e 
abri aquela caixinha onde guardo as cartas e mimos de amores que foram meus.
Fazia tempo que não a visitava.
Por puro medo.
Encontrei lá dentro, restos de nós dois.
Reli suas cartas, aquelas que falavam do seu amor,
Onde você descrevia a sua paixão por mim,
E incendiei por dentro por um momento.
Depois encontrei aquele guardanapo
Que num bar certa vez você
Desenhou um coração
E então.
O coração que bate dentro do meu peito,
Bateu indeciso, bateu desconexo
Remexi ainda mais na caixinha e
Aquela pedrinha,aquela que tinha formato de flor
(pelo menos eu havia achado)
sabe aquela que uma vez pegamos no parque da cidade? 
Que você me deu no dia que me disse pela primeira vez,
"Eu te amo"
Depois bem lá no fundo encontrei perdido,
Aquele coração partido que andava pendurado no meu pescoço,
Pensei então na outra metade.
Onde você á teria guardado?
Será que ela ainda existia?
Achei também um bilhetinho amassadinho
Que dizia que a vida era ruim sem mim,
Que nada valia a pena no dia em que você não me via,
Aí lembrei do seu sorriso quando você me encontrava.
Eu lhe amava!
Revirei-a mais um pouco
E cheia de desgosto achei então aquela oração
Que você fez pra mim naquele nosso momento ruim
E chorei baixinho de tanta dor.
Também achei um bilhetinho pedindo perdão
Por um momento de tensão.
E lembrei que
Lhe dei esse perdão com a maior ternura do mundo.
Em seguida achei um papel dobradinho
Com aquela poesia que você fez pra mim
No dia seguinte que nos amamos pela primeira vez.
Aí delirei de prazer por você.
Também estava lá a letra daquela música
Que quando ouvimos um certo dia
Eu disse então que seria a nossa canção, 
- Não,eu não gosto de Roberto... 
Você disse rindo.
E eu a cantarolei baixinho por um breve minutinho.
E aí.
Depois de já estar com o rosto inchado de tanto chorar,
Com o coração estraçalhado
Achei aquele e-mail que você me mandou
Falando do fim do nosso amor.
Que tinha acabado.
Que estava tudo terminado.
Poucas linhas. Rápidas palavras.
Como se a nossa história tivesse sido transitória.
Ardi de dor.
Me enterrei na saudade.
Depois tranquei a caixinha e parti pra minha realidade,
o coração sangrando por amar outro alguém, 
um amor diferente do amor que sinto agora por ti,
mas percebi que meu coração
Desde que te deixei, ali revendo tudo naquela caixinha
foi o único lugar que ele (meu coração) encontrou pra
continuar a pulsar sem medos, sem insegurança, pra pulsar
em paz, porque hoje em dia poderia dar certo, porque nós dois 
mudamos muito. 
Será que ainda te amo? e será que é esse o amor certo?
Eu não poderia responder
Nem pro meu amor,
nem pra você,
Nem pra mim mesma...
Porque se não tens mais nada de mim...porque eu entreguei á outro
alguém.
Eu tenho tudo de nós...também.